O Presidente da Conferência Episcopal da Coreia do Sul espera que a morte do líder norte-coreano Kim Jong-il possa ser o início de uma mudança que leve à reunificação da península.
“Esperemos que o Senhor dê coragem e luz aos irmãos norte-coreanos para que possam voltar a uma política centrada no diálogo, na paz e na reconciliação” – assim declarou à Agência Fides Dom Peter Kang, Bispo de Cheju e Presidente da Conferência Episcopal da Coréia do Sul, comentando a morte di ditador Kim Jong-il.
Kim Jong-il governava a Coreia do Norte desde 1994 e morreu sábado, aos 69 anos, vítima de um ataque cardíaco quando viajava em um trem particular - anunciou a imprensa oficial de Pyongyang.
Kim Jong-Un, 30 anos, nomeado general de quatro estrelas e vice-presidente da Comissão Militar Central do Partido dos Trabalhadores em 2010, é o terceiro filho do ditador e sucessor designado para a liderança da única dinastia comunista da História.
Segundo o presidente do episcopado católico sul-coreano, o novo líder do Norte “não tem alguma experiência política e não parece gozar de muita confiança, por parte do povo”.
Segundo o bispo, “ninguém o conhece, é um líder que apareceu de repente. Esperamos sempre no início de um caminho de paz e reconciliação, e este evento pode ser um sinal que o Senhor quer mudanças no país”.
Fonte: radiovaticana.org








